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Se inovar sempre foi um objetivo das empresas através dos tempos, agora criar coisas novas, mudar o que existe, arriscar e experimentar passa a ser uma necessidade para não se deixar ficar no tempo e não ser engolida na voragem das transformações que acontecem no mundo a cada segundo.

Ocorre que organizações são pessoas e são as pessoas que inovam e mudam.

É gente que inventa novas tecnologias, sistemas, processos e produtos que vão fazer a diferença num mundo que espera avidamente por coisas novas. São as pessoas que devem entender que nos dias atuais há uma expectativa geral de inovação e que devam estar preparadas psicológica e tecnicamente para serem agentes e pacientes da mutação geral.

São essas pessoas aquelas que terão a maior contribuição nesse mundo novo e que as empresas deverão procurar para montar e manter os seus quadros e as suas equipes. O recrutamento e a seleção devem estar atentos à competência para inovar, como característica básica das pessoas a trazer para dentro de casa . As atividades de treinamento e desenvolvimento devem se preocupar com a preparação das pessoas da organização para que aceitem e possam participar do constante e contínuo esforço de mudança.

O Coaching, por sua vez, deve ser uma atividade prioritária na preparação de pessoas para a inovação e, num processo permanente, deverá criar uma mentalidade de mudança, para introdução e aceitação de novas realidades. O estilo de liderança tem que deixar a autocracia e o paternalismo de lado, uma vez que tais comportamentos de chefia não conduzem à condição necessária da liberdade para arriscar e errar. E que quem não arrisca e às vezes não erra, jamais será um inovador.

Por Laerte Leite Cordeiro, www.administradores.com.br

Os alunos do curso Técnico em Administração na IENH estão sempre sendo instigados a inovar!

Quem irá ser mais inovador?