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No dia 29 de junho comemoramos o dia do pescador. Essa é uma profissão muito antiga. Ela pode ocorrer em poços artesanais, rios, lagoas e mar. A pesca pode ser um hobbie, pode ser artesanal ou comercial. Pode ocorrer através de diferentes métodos como, por exemplo, a rede, o anzol ou o puçá (técnica indígena). Ocorre em águas rasas e profundas.

Quando o pescador lança a rede ou o anzol, tem uma determinada expectativa sobre a pesca, mas não sabe ao certo o que será fisgado. Hoje, com tantos problemas de poluição, não é mais surpresa encontrar lixo nas redes ou mesmo dentro de peixes! Também há o problema da ameaça da extinção de algumas espécies.

Assim como o pescador, em nosso trabalho, vida pessoal e relações de amizade, temos expectativas. Lançamos redes, mas não temos a certeza do que será cativado. Às vezes, surpreendemo-nos positivamente, outras, negativamente.

Independentemente do resultado, temos que saber lidar com a situação e dela tirar o melhor! Esse é um desafio diário e constante. Seu resultado é o amadurecimento, discernimento e conhecimento. Mas para isso, é necessário aceitar o desafio diário do pescador: lançar e recolher redes. Depois, cuidadosamente, tirar o peixe da trama e separá-lo do restante capturado, para então poder prepará-lo como alimento e sustento.

Dessa esperança e cuidado, também nos fala Jesus ao convidar os discípulos para serem pescadores de gente. O gesto de lançar e de recolher ensinado por Jesus é um convite para vivermos relações de amor, compreensão, justiça e paz.

Aceitemos o desafio de lançar redes e separar cuidadosamente o que nela encontramos. Com discernimento, sabedoria, dedicação e amor poderemos saciar nossa fome do corpo e da fé! (Elaborado pela Pa. Karen Bergesch, Colégio Cônsul C. Renaux, Brusque/SC)

Uma boa semana. P. Júlio Cézar Adam

Jesus disse: – Venham comigo, que eu ensinarei

vocês a pescar gente!

Marcos 1. 17