“Quem sou eu?” Esta é uma pergunta que todo ser humano deve se fazer constantemente. Faz parte da vida querer conhecer a si mesmo cada vez mais. É necessário e não tem idade para isso. Tanto quem está na infância quanto quem está na terceira ou quarta idade necessita constantemente se questionar: “Quem sou eu?”

Não existe uma só resposta e nem sempre a que vale hoje valerá amanhã também. São muitos os fatores que ajudam a determinar quem nós somos. Cito primeiro o fator genético. É sabido que muito do que somos é uma herança genética que carregamos de nossos ascendentes, desde traços físicos quanto psíquicos, conscientes ou inconscientes. Um segundo fator forte e pesado que ajuda a determinar quem somos é o meio cultural em que vivemos. Desde a língua que aprendemos para facilitar a necessária comunicação com o mundo até aspectos mais complexos. Somos fruto também do meio em que vivemos e não temos como negar isso. Nossas atitudes e pensamentos são reproduções, totais ou parciais, do que experimentamos em sociedade.

Um outro fator, e para esse quero chamar a atenção, é o de que outras pessoas influenciam nossa vida e com isso acabam ajudando a determinar quem somos nós. Quem sou eu, quem é você? Sim, pessoas que no nosso conceito são importantes e são referenciais em nossa vida, são grandes líderes. Seus feitos nos impressionam e não raras vezes temos vontade de ser iguais ou fazer a mesma coisa que eles fazem. Para muitas pessoas, por exemplo, os pais são os maiores exemplos de vida.

Atrevo-me a listar alguns grandes líderes mundiais que exerceram ou exercem poder e são referências para muitas pessoas: Mahatma Gandhi, Nelson Mandela, Michael Jackson, Obama, Osama Bin Laden, O Papa Bento XVI, Martim Luther King, Che Guevara, o próprio Hitler, Moisés e Jesus. E a lista poderia ser enorme de tanta gente. Cabe a nós conhecermos essas pessoas e tomar suas atitudes e pensamentos como exemplo do que podemos e devemos fazer, como também do que não devemos fazer, pois nem sempre as referências são positivas. Cabe a nós julgar e nos espelharmos em pessoas que fizeram a diferença no mundo de maneira construtiva e positiva. Ao nosso redor temos muitos exemplos de vida bem positivos e que não são ícones mundiais, que não são muito conhecidos, mas dão exemplos de vida que podem tranquilamente ser seguidos.

Que Deus seja nosso guia, que ele aponte os caminhos por onde podemos andar com segurança em busca de vida com dignidade, muita felicidade e realização. Um dia e uma semana ricamente abençoada por Deus! (Autor P. Ildemar Kanitz, Colégio Sinodal).

Quem é a tua referência?

Uma boa semana a todos! P. Júlio Cézar Adam

“Não sou eu que vivo, mas Cristo que vive em mim.

Gálatas 2.20